Os perrengues conjugais de Ellen White

 


Os perrengues conjugais de Ellen White

Existe a Ellen White que os adventistas conhecem. É a Ellen White simpática, amorosa, atenciosa, boa mãe, boa esposa. É assim que ela é apresentada em lições da escola sabatina, sermões, artigos de revistas, livros, programas de televisão e até filmes. E existe a verdadeira Ellen White, que tinha seus sérios perrengues conjugais com James [Tiago] White.

Quatro cartas reveladoras

Abaixo você lerá quatro cartas que a Ellen enviou a uma amiga íntima. Nessa correspondência a Ellen se abre sobre sua vida conjugal, conta as dificuldades e divergências com o marido, que a essa altura estava morando a cerca de 3.000 quilômetros de distância!

Alguns talvez duvidem da autenticidade dessas cartas, mas elas estão disponíveis no site oficial que divulga todos os escritos de Ellen White. (Nas notas de rodapé você tem os links das cartas no site oficial.)

Aliás, as cartas são tão problemáticas que a Igreja Adventista do Sétimo Dia se sentiu na obrigação de dar uma explicação. Por isso, depois do texto de cada uma das quatro cartas, é contada a história de que em 1973 o White Estate [Patrimônio White] adquiriu um grande lote de cartas recebidas pela adventista pioneira Lucinda Hall, de que entre essas várias cartas estavam justamente essas quatro e de que, apesar do pedido da Ellen para que as cartas fossem destruídas, ainda assim a IASD achou que muito tempo já se havia passado e não faria mal divulgá-las.

Contexto

Algumas informações que ajudarão a entender as cartas.

  • As cartas foram escritas todas em maio de 1876, ano do primeiro centenário da independência dos Estados Unidos. As comemorações aconteceriam em 4 de julho.
  • A essa altura a Ellen estava com 49 anos, e James, com 53.
  • Lucinda Hall, a destinatária das 4 cartas, era adventista e amiga bem próxima da Ellen, possivelmente a amiga mais chegada que a “profetisa” teve.
  • A Ellen estava morando em Oakland, estado da Califórnia. E o marido morava em Kansas, a aproximadamente 3.000 quilômetros de distância. Oakland fica bem no oeste dos Estados Unidos, no litoral do oceano Pacífico. Kansas fica bem para leste, a meio caminho entre os oceanos Pacífico e Atlântico.
  • Quando a Ellen menciona ir para o leste, está se referindo a atravessar as montanhas Rochosas e ir até Kansas.
  • É preciso lembrar que, naquela época, viagens eram feitas de trem, sendo bastante caras e demoradas.
  • A Ellen se refere aos filhos chamando-os de “crianças”, mas, a essa altura, o filho Edson tinha 27 anos, e o filho William tinha 22. Edson havia se casado 6 anos antes, e William havia se casado no início de 1876. É bem possível que, quando usa a palavra “crianças”, também esteja incluindo as noras.
  • Na terceira carta, a Ellen cita um trecho de uma carta que havia escrito para o James. Na mesma carta, ela reproduz um trecho bem longo de carta que havia recebido do marido. Por questão de clareza, esses dois trechos estão destacados com itálico, isto é, com letras inclinadas.

1ª carta

“Oakland, Califórnia, 10 de maio de 1876.

“Querida irmã Lucinda,

“Recebi sua carta ontem à noite. Recebi também uma do James . Lucinda, não pretendo agora trocar o certo pelo duvidoso. Consigo escrever mais e estou livre. Se eu for para o leste do país, pode acontecer da felicidade do James mudar de repente e ele ficar reclamando e irritado. Estou profundamente aborrecida com esta situação e não pretendo ir aonde existe a mínima possibilidade de isso acontecer. Quanto mais penso no assunto, mais resolvida e decidida estou de permanecer aqui, a menos que Deus me dê luz. Jamais conseguirei uma oportunidade como essa com a qual Deus me tem favorecido no presente. Tenho de trabalhar conforme Deus dirigir. Peço e suplico por luz. Se é meu dever participar das reuniões campais, ficarei sabendo.

Reflexão do Dia - Evangelho Segundo João 20:1-9


A reflexão de hoje é o texto do evangelista João conhecido como relato do sepulcro encontrado vazio, pois a ressurreição em si não é relatada, uma vez que é acontecimento indescritível. A ressurreição é o evento mais importante e fundamental do cristianismo e também a razão pela qual os evangelhos foram escritos.

“No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo”

O primeiro dia da semana é o dia seguinte ao sábado, com essa expressão, o evangelista indica que há uma nova criação em curso, um novo tempo e um novo mundo estão sendo gestados mas ainda na etapa inicial, simbolizado pela expressão “quando ainda estava escuro”, ou seja, da mesma forma apresentado no relato da criação (Gn 1:1-2). A expresão “bem de madrugada” e o complemento “quando ainda estava escuro” não é uma indicação de tempo, mas o estado da comunidade naquela circunstância. A ausência de Jesus e a procura pelo seu corpo remete a uma situação de trevas, isto é, a morte está prevalecendo.

“Então, ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o colocaram”


o texto de João registra apenas a ida de Maria Madalena ao sepulcro, porém é provável que tenha sido um grupo de mulheres, como consta nos demais evangelhos. João cita somente Maria a Madalena para recordar o protagonismo dela na nova criação.

“Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo” .

Os personagens anônimos no Evangelho segundo João tem a função de paradigmas para a sua comunidade e os seus leitores, pois todo aquele que ler esse evangelho deve vir a ser um discípulo amado.

“Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho no chão”

Pedro comprova a ausência do corpo de Jesus e faz uma longa reflexão a respeito de tudo o que tinha acontecido nos últimos dias.


"Porque ainda não sabiam a Escritura, que era necessário que ressuscitasse dentre os mortos."


É o conhecimento da escritura que vai habilitando a comunidade a crer na ressurreição. Além da compreensão da Escritura, é necessária a experiência do amor autêntico para a fé e o encontro com o Ressuscitado. O Discípulo Amado já tinha completado essas duas etapas, por isso, somente Ele acreditou em primeira mão, pois foi capaz de ler os sinais do sepulcro aberto e o corpo ausente à luz do amor e das Escrituras. Só crê num primeiro momento quem ama e sente-se amado, como aquele Discípulo sem nome, ao qual o evangelista quer que todos os seus leitores se assemelhem! Assim, concluímos voltando para o nosso início: a ressurreição não pode ser descrita, pode apenas ser experimentada. Para isso, é necessário fazer a experiência do amor profundo e do conhecimento da Escritura.

Zona Rochosa do Rio Jordão

Templo em Pella
Pella (Pehel) era uma cidade importante durante o final do período do Bronze, liderando uma revolta contra os egípcios no final do século 14 a.C. O local foi ocupado continuamente por vários milénios, mas nunca entra no registo bíblico. Eusébio, no entanto, regista que os cristãos judeus fugiram de Jerusalém para esta cidade durante a revolta judaica em 66-70 dC.














Sucot a Leste
A identificação de Tell Deir Alla é contestada por estudiosos, mas a maioria acredita que é Sucot bíblica. Jacob deu o nome a este lugar quando ele parou aqui e erguido cabines (succoth; Gn 33). Mais tarde Gideon perseguiu os midianitas, mas não recebeu a ajuda dos anciãos da cidade (que mais tarde se arrependeram da sua decisão). Uma importante descoberta arqueológica encontrada aqui é uma inscrição BC século 8, que menciona o profeta Balaão (cf. Nm 22-24).












Planícies de Moab, com o Monte Nebo
Pouco antes de entrar na Terra Prometida, as doze tribos de Israel acampados nas planícies de Moab "" no lado leste do rio Jordão, na altura de Jericó. Aqui Moisés entregou as suas últimas mensagens (o livro de Deuteronómio). Após a sua morte, o país permaneceu aqui durante um mês para lamentar sua morte. Esta é também a área onde Elias foi levado ao céu num redemoinho (2 Rs 2).



Monte Nebo
O Senhor proibiu Moisés de entrar na Terra Prometida, mas concedeu-lhe uma vista espetacular antes da sua morte. Escalando o Mt. Nebo, Moisés foi capaz de ver o comprimento e a largura da terra de Canaã. Quando Moisés morreu, as Escrituras nota que o Senhor o sepultou e ninguém sabia exatamente onde ele foi colocado (Dt 34).
Bab edh-Dhra sepultura de eixo
Um sítio arqueológico interessante perto da costa sudeste do Mar Morto é Bab edh-Dhra. Mais de 20.000 túmulos eixo (!) São estimados para ter sido cavados neste local durante a Idade do Bronze inicial, espaço suficiente para 500 mil pessoas. Aparentemente, este era um centro enterro regional. O local foi destruído no final deste período, e alguns estudiosos acreditam que este lugar é a Sodoma bíblica.















Nahal Arnon
Embora o Nahal Arnon deja vale-largura seja de duas milhas para o interior (ver Moab), ele sai para o Mar Morto, em um estreito desfiladeiro. Com paredes de rocha vermelha várias centenas de metros de altura e água que flui através dele, este desfiladeiro é um dos melhores lugares para caminhar e nadar em todo o Médio Oriente.

Anfípliso - Cidade Grega.

 


Anfípolis ou Anfípole1 era uma cidade grega na região habitada pelos edonos, hoje periferia da Macedónia Oriental e Trácia. Foi construída num planalto na margem oriental do rio Estrimão onde ele emerge do lago Cercinite, 3 metros acima do mar Egeu. Fundada em 437 a.C., a cidade foi enfim abandonada no século VIII d.C..
Apenas o norte do Mar Egeu sentou Anfípolis, uma cidade do nordeste da Macedónia. Era aproximadamente 30 milhas (45 km) a sudoeste de Philippi e 5 milhas (8 km) do interior da cidade portuária Eion. A cidade era mais conhecido por seus têxteis óleo, madeira, vinho, figos, ouro, prata, e de lã. Thracians primeira fundada neste sítio, um militar estratégico e localização comercial, no século 5 aC.














Bizantino Basílica Mosaicos
O Serviço Arqueológico Grego escavou Anfípolis desde 1956. Inscrições, moedas, restos de um aqueduto romano, e túmulos clássicos e da idade helenística estão entre os achados. As paredes, ponte, e ginásio também foram bem preservadas. Cinco igrejas foram descobertas em que vários mosaicos do piso ainda podem ser vistos, muitos mostrando representações de pássaros.

Rio Stremones













Anfípolis repousava sobre uma colina com terraço em uma curva do Rio Stremones, que drenava para Lake Cercinitus. O rio cercado a cidade em três lados, enquanto um muro protegido lado oriental da cidade. A Way Ignatia, o principal leste-oeste estrada romana viajar da Ásia para a Itália, passaram pela cidade ao longo de uma ponte sobre o Stremones no século 1 dC. Woodpiles fossilizado restante a partir da ponte pode ser visto hoje.
 

O Leão de Anfípolis













O Leão de Anfípolis foi construído no terceiro ou segundo século antes de Cristo e pode ter homenageado Laomedon, companheiro de Alexandre, o Grande, que se tornou governador da Síria. Remontado em 1930, ele se senta na cidade hoje, tal como aconteceu quando Paulo veio para a cidade durante o século 1 dC. Paul veio por Anfípolis com Silas durante sua segunda viagem missionária, viajando no Caminho Ignatia de Filipos a Tessalónica (Atos 17: 1).Atos 17: 1).
 
Vista do delta do rio Estrimão da acrópole de Anfípolis

Local Onde Jesus Teria Sido Julgado

Encontrado após escavações durante uma obra para expansão do Museu da Torre de Davi, o lugar foi aberto para visitação pública

Foi aberto para visitação pública o lugar onde teria se passado um dos momentos mais importantes do Novo Testamento: o julgamento de Jesus Cristo. O local foi encontrado por arqueólogos durante uma escavação, iniciada há quinze anos, para a expansão do Museu da Torre de Davi, em Jerusalém. A descoberta ocorreu depois que os pesquisadores começaram a cavar o chão de um prédio antigo abandonado, ao lado do museu.

Já se sabia que nesse terreno havia uma prisão desde os tempos em que a região era controlada pelos otomanos, que dominaram Jerusalém no Século XVI, até o período do domínio britânico, no início do Século XX. Uma nova análise revelou que Jesus pode ter sido julgado ali: entre os sinais encontrados pelos arqueólogos, além de inscrições deixadas por antigos presos nas paredes, estão fundações e um sistema de esgoto que os pesquisadores acreditam ser do palácio de Herodes, o rei da Judeia durante o domínio romano. “A prisão é uma grande parte do antigo quebra-cabeça de Jerusalém e mostra a história da cidade de forma única e clara”, disse ao jornal americano Washington Post Amit Re’em, arqueólogo que liderou a equipe na escavação.

Atualmente, diversos cristãos que peregrinam até Jerusalém percorrem a via-crúcis, trajeto realizado por Jesus carregando a cruz O caminho começa no local onde se acredita que o procurador romano Pôncio Pilatos condenou Jesus à morte e vai até onde ele teria sido crucificado e sepultado. Yisca Harani, especialista na religião cristã e na peregrinação à Terra Santa, ressalta que o trajeto sofreu modificações ao longo do tempo.


Julgamento — Ainda existe debate sobre o local onde o julgamento teria ocorrido, devido a diferentes interpretações dos Evangelhos. Os textos descrevem que Jesus foi trazido diante de Pilatos no "praetorium", termo em Latim para a tenda do general em um acampamento romano. Alguns acreditam que esse lugar seria em um tipo de alojamento militar, enquanto outros crêem que o general romano teria sido um convidado no palácio do rei Herodes.

Historiadores e arqueólogos concordam que o julgamento de Jesus teria ocorrido no palácio, localizado no lado ocidental da cidade, onde está o museu. “Não há, é claro, nenhuma inscrição afirmando que o julgamento aconteceu aqui, mas tudo, do ponto de vista arqueológico, histórico e religioso, recai neste lugar e se encaixa”, afirmou ao jornal Shimon Gibson, professor de arqueologia da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte
A crucificação é, sim, um fato histórico. Já o contexto que a cerca, como o julgamento de Jesus e a via-crúcis, não é.

Ser pregado em uma cruz era a penalidade aplicada pelos romanos aos escravos que matavam seus senhores, aos escravos que se rebelavam e aos rebeldes políticos — categoria onde Jesus poderia ser facilmente incluído. O historiador Flávio Josefo, por exemplo, cita uma cena onde milhares de judeus foram crucificados após uma rebelião em Jerusalém.

Quanto à Via Crúcis e ao julgamento, eles dificilmente seriam realizados pelo governo romano naquelas circunstâncias. Jesus foi preso em Jerusalém, na sexta-feira que antecede a Páscoa. Acontece que nessa época do ano a cidade estava lotada de judeus de todos os cantos, desde o Mediterrâneo até o Oriente Médio, vindos para as festividades. Além disso, a Páscoa judaica não é uma festa apenas religiosa, mas também política — ela celebra a passagem dos hebreus da escravidão para a liberdade.

"Nesse ambiente explosivo, é claro que as autoridades romanas não iam prender uma liderança judaica, fazer um julgamento público e colocá-lo para desfilar de forma humilhante pela cidade, arrastando uma cruz. Isso seria uma provocação desnecessária, um tiro no pé", diz Chevitarese.
Pôncio Pilatos é um personagem histórico. Os pesquisadores sabem, a partir de escavações arqueológicas da década de 1960, que ele realmente foi um procurador romano radicado na região da Judeia. Mas não existe nenhum registro dos ritos seguidos pelo personagem na Bíblia. As autoridades romanas, por exemplo, nunca se ofereceram para soltar um prisioneiro judeu, a gosto do público. "Essas passagens foram colocadas para reforçar o caráter messiânico de Jesus. Elas são baseadas em profecias do Antigo Testamento, mas sua plausibilidade histórica é zero."
Torre de David, em Jerusalém, em Israel (Timothy Wang/Thinkstock)


 http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/arqueologos-apontam-local-onde-jesus-teria-sido-julgado

Dr JAIRINHO : O bolsonarismo não falha nunca

 


O vereador carioca Dr. Jairinho, preso acusado de um crime que impacta o Brasil, é filho do ex-deputado Coronel Jairo (da PM-RJ), ligado a milícias, que foi vice-presidente da Assembleia Legislativa do Rio.


Coronel Jairo também foi preso por corrupção em novembro de 2018.

O Dr. Jairinho (médico formado em uma faculdade paga de Caxias, e que nunca exerceu a Medicina), foi presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal do Rio, e 1º secretário desta casa legislativa.

Para se ver a quanto andamos em termos de representação parlamentar e de Educação em nosso país.

Eleitorado deles, pai e filho, presente de modo significativo nas favelas da Zona Oeste carioca, como Catiri, e o Batan, das mais pobres do Rio, próximas respectivamente a Bangu e Realengo.

Quem foi o líder do prefeito corrupto Marcello Crivella, da Igreja Universal, na Câmara Municipal? O Dr. Jairinho. Todos eles muito "cristãos".

Quem foi o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à prefeitura do Rio em 2016? O Coronel Jairo.

BOLSONARISMO É O PIOR DA PODRIDÃO DA VELHÍSSIMA POLÍTICA

Ambos, coronel Jairo, e Dr. Jairinho, fizeram carreira no PSC (do picareta pastor Everaldo - ladrão contumaz, recolhido à penitenciária de Bangu I, e negacionista da ditadura militar). Pastor Everaldo foi quem batizou o miliciano-mor, o genocida Jair Bolsonaro.

Jairo e Jairinho depois passaram ao MDB e desembarcaram ultimamente no Solidariedade. Os dois, óbvio, sempre de direita, golpistas, bolsonaristas de carteirinha. Oriundos do PSC, metidos na picaretagem "evangélica".

Péssima tradição brasileira, a representação parlamentar, principalmente nos municípios e estados, passa a ser propriedade em grande parte de clãs familiares. O mais famoso exemplo atual é o da família Bolsonaro, com participação na própria presidência do país.

O pai, coronel Jairo, vinha de deputado estadual (desde 2000) e o filho de vereador (desde 2002). Já que concorreram em anos eleitorais diferentes, pai e filho usaram inclusive o mesmo número como candidatos, 77.123.

Coronel Jairo não se reelegeu em 2018 por conta do escândalo da sua prisão à véspera da eleição; mesmo assim ficou na 1ª suplência.

Ainda tem mais, Coronel Jairo e o filho, Dr. Jairinho. são acusados de forma inequívoca (embora sem serem citados nominalmente, tal o terror de represálias da vítima até hoje) pelo ex-fotógrafo do jornal carioca "O Dia", Nilton Claudino, de o terem submetido, em 2008, juntamente com uma repórter do mesmo jornal, a sessão de torturas na favela do Batan.

Nilton Claudino relatou a pavorosa sessão de torturas sofridas, com ampla participação de policiais militares uniformizados, e o local cercado por carros da Polícia Militar, em artigo na revista "Piauí", em agosto de 2011; e também em entrevista ao "Programa do Bial", em 15 de abril de 2019.

Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), eleito senador em 2018, gravou vídeo com o Coronel Jairo, em que ambos, abraçados, trocam os maiores elogios e pedem mutuamente votos. O Republicanos é a legenda política da Igreja Universal.

O filho do atual presidente, notório por sua ligação com milicianos, envolvimento em rachadinhas, lavagem de dinheiro e aquisição de imóveis com dinheiro vivo, conclui assim o vídeo: "E você, que vota em Jair Bolsonaro para presidente, tem que escolher um time aliado com ele, então vote em Coronel Jairo".

 

O Dízimo não consta no sacerdócio de Cristo

O Dízimo não consta no sacerdócio de cristo
Hebreus 7.5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ‘’ordem’’, segundo a “lei”, de ‘’tomar’’ os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão; Números 18.21-26
1º Significado da palavra ordem; Norma, regra ou lei estabelecida
2º Significado da palavra Lei; Norma ou conjunto de normas que emanam de um poder soberano e que regulam a conduta de uma sociedade, estabelecendo sanções para os desvios.
3º Significado de a palavra Tomar; Apoderar-se pela força.


Hebreus 7. 11 De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?
12 Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.
1º Significado da palavra perfeição; O mais alto grau de excelência alcançado em uma atividade ou trabalho.
2º Significado da palavra recebeu; Que se recebeu, Que se aceitou ou acolheu , Que se adquiriu por herança ou legado.
3º Significado da palavra necessidade; Precisão, urgência (necessidade de socorro)
4º Significado da palavra necessariamente; Por necessidade; de modo indispensável
5º Significado da palavra mudança; Substituição de algo ou alguém por outro; ou seja TROCA.


Gálatas 3.10 Pois todos quantos são das (obras) da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não (permanece) em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.
11 É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, por que: O justo viverá da fé;
COLOSSENSES 2 .14 e havendo (riscado) o escrito de (dívida) que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, (removeu-o) do meio de nós, cravando-o na cruz;
1º Significado da palavra (obras); o que resulta do trabalho ou da ação:
2º Significado da palavra (permanecer); Permaneceu em seus princípios até o fim.
3º Significado da palavra (ordenança); Ordem ou decisão que provém de uma autoridade
4º Significado da palavra (riscado); Cortado ou sublinhado com risco, para marcar exclusão ou realce
5º Significado da palavra (divida); sentimento moral de obrigação para com alguém por dele ter recebido favores.
6º Significado da palavra (removeu); Que foi afastado, tirado, eliminado
II Coríntios 3. 14 mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho (testamento), permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele (abolido);
Significado da palavra (abolido); cujo efeito foi anulado (lei abolida); REVOGADO.
Significado da palavra (Testamento); Aliança feita por Deus com os homens, mediante Moisés (Antigo Testamento) e Jesus Cristo (Novo Testamento)
Lei; Norma ou conjunto de normas que emanam de um poder soberano e que regulam a conduta de uma sociedade, estabelecendo sanções para os desvios.
Graça; Dádiva ou favor dado ou recebido
Obrigação; Escritura que obriga alguém a pagar dívida ou cumprir contrato
Voluntário; Que está em nosso poder ou que depende do nosso arbítrio fazer ou deixar de fazer, realizar ou deixar de realizar (movimento voluntário, atos voluntários) Que faz alguma coisa por vontade e sem constrangimento; que age espontaneamente (trabalho voluntário); ESPONTÂNEO
Salário; Remuneração paga ao empregado em troca do seu trabalho; ORDENADO
·GÊNESIS 3.19 Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes a terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.
Devolver; Dar ou mandar de volta o que foi recebido.
Romanos 11. 35 Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?
Sacerdócio levítico.
Dizimo; Valor estipulado por lei em 10% dos rendimentos agropecuários (obrigação)
Sacerdócio de Cristo.
Oferta; Aquilo que se oferece; DÁDIVA; OFERENDA. (Voluntário)
EFÉSIOS (cap. 2)· 8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. 9 não vem das obras, para que ninguém se glorie.
O dízimo era voluntário?
O dízimo era dado por fé?
O dízimo era para todas as nações?
O dízimo era para a construção de templos?
O dízimo era para salário de pastores?
O dízimo era dado em dinheiro?


O que tem haver os dízimos de hoje com os dízimos da bíblia?


Mateus 28. 18 E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.
19 Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
20 ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Jesus cobrou ou ensinou os seus discípulos a cobrar os dízimos?


João 3.36 Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.
·I CORINTIOS (cap. 11)·
1 Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo. Paulo cobrou ou recebeu dízimos de alguém?
·JOÃO (cap. 14)· 35 O Pai ama ao Filho, e todas as coisas entregou nas suas mãos.
6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Em nome de quem se toma os dízimos, de Cristo?
·GÁLATAS (cap. 4)·
3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos rudimentos do mundo;
·GÁLATAS (cap. 4)·
9 agora, porém, que já conheceis a Deus, ou, melhor, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?
·COLOSSENSES (cap. 2)·
8 Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;
·COLOSSENSES (cap. 2)·
20 Se morrestes com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo,

O DÍZIMO RELIGIOSO : FALÁCIA E ENGANO

DÍZIMOS NUNCA FOI PRATICADO POR JESUS OU POR SEUS APÓSTOLOS

1. Em primeiro lugar vamos esclarecer o que era a lei do dízimo na Bíblia. Era uma lei cerimonial e provisória que servia para alimentar uma família sacerdotal de vida humilde proibida de ter propriedades. Era parte da Velha Aliança escrita por Moisés e que foi abolida por CRISTO ao morrer na cruz. JESUS então instituiu a Nova e Eterna Aliança. A lei do dízimo na Bíblia era alimento e jamais foi dinheiro. Além do mais era uma obrigação somente para os donos de gados, e que tivessem a partir de dez gados, pois quem possuía até o nono gado não dizimava. Também era uma obrigação para os agricultores que produziam em suas terras grãos e frutas. Qualquer outro tipo de atividade não dizimava segundo as leis da Bíblia. Veja na Bíblia Levítico 27:30-32. Depois some a isso: “Nada acrescentes às Suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso.” Provérbios 30:6.

2. Quem quer impor tal lei sobre os cristãos é porque “os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em CRISTO, é removido. Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, algum deles se converte ao SENHOR, o véu lhe é retirado. Ora, o Senhor é o ESPÍRITO; e, onde está o ESPÍRITO do Senhor, aí há liberdade.” 2 Coríntios 3:14-17.

3. Ainda se alguém insiste em fazer a bênção depender da prática cerimonial dos dízimos, que é uma lei levítica e que não passa de alimentos e foi engenhosamente transformada em dinheiro, contudo nós “pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de DEUS; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de DEUS, pela manifestação da verdade.” 2Cr.4:2.

4. Adulterando a Palavra astuciosamente, num passado distante, fizeram o dízimo virar dinheiro e o tornaram um requisito de bênção ou maldição para os cristãos. Porém “Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.” Gl.3:10.

5. Se alguém quer restaurar a lei dos dízimos terá que restaurar tudo mais que a lei cerimonial o diz, como o sacerdócio levítico, o Templo no monte Sião, lugar para onde tinha que ser obrigatoriamente levado o dízimo, pois o lugar e o dízimo e os demais rituais eram inseparáveis (e isso será a parte mais difícil porque no lugar do Templo foi construído uma Mesquita islâmica), também terá que restaurar a circuncisão, os sacrifícios, rituais, os sete sábados cerimônias, etc. Mas se para sermos salvos temos que dizimar e se a bênção e “a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu CRISTO em vão.” Gl.2:21.

6. “De CRISTO vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo ESPÍRITO, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em CRISTO JESUS, nem a circuncisão, nem a incircuncisa têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?” Gl.5:4-7. A circuncisão era para os judeus o que o dízimo de dinheiro se tornou hoje para as ordens religiosas e para os cristãos que conseguiram dominar.

7. Deveriam, contudo mudar o nome de dízimo para imposto religioso, tributo religioso, mensalão ou qualquer outro nome, mas não dízimo, pois dízimo é uma lei cerimonial de alimentos para um sacerdócio levítico da lei de Moisés, pertencente a um sacerdócio imperfeito e provisório de um templo feito por mãos humanas cujos serviços foram abolidos.

8. O dízimo de hoje não é o dízimo bíblico, e assim não pode ser chamado. É como o batismo praticado com um pouco de água na cabeça. É chamado mundialmente de batismo, mas não pode ser chamado de batismo, pois batismo na Bíblia é a prática de mergulhar em água. Tanto a palavra batismo como dízimo está com o sentido corrompido, fazendo a Bíblia dizer o que ela nunca disse.

9. Eu não entrego um dízimo de meus rendimentos para uma organização religiosa porque sou seguidor de JESUS e não de homens.

10. JESUS jamais pagou ou entregou algum dízimo. A promessa de salvação é para o vencedor, e o vencedor é aquele “que guardar até ao fim as Minhas obras,” disse JESUS. Apocalipse 2:26.

11. Dizimar nunca foi uma obra de JESUS, nem dos apóstolos, nem de qualquer cristão. Não existe nem um verso na Bíblia em que a igreja de CRISTO praticava a lei dos dízimos.

12. A lei levítica com o sacerdote, os dízimos que os sustentavam, a circuncisão, sinal desta aliança, o Templo, que era chamada casa de Oração, casa de DEUS, um lugar físico e fixo para adoração, os rituais e os sacrifícios, tudo isso era um ensino provisório e “serviu de aio para nos conduzir a CRISTO, a fim de que fôssemos justificados por fé.” E “tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.” Gl.3:24.

13. Assim o Templo construído por mãos humanas, o sacerdócio carnal, imperfeito e mortal, os dízimos que os sustentava com comidas, pois jamais foram dinheiro, as bebidas, as abluções e toda sorte de rituais, constituíam a lei cerimonial que foi dada por Moisés “quatrocentos e trinta anos depois” de Abraão. Gálatas 3:24. E era “sombra dos bens vindouros”, “os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma”. Hb.9:10.

14. O profeta Malaquias defendeu a lei dos dízimos de alimentos de que falou Moisés para que houvesse comida no Templo e jamais dízimos de dinheiro. Isso ele fez porque viveu no regime da lei de Moisés, quatrocentos anos antes da vinda de CRISTO. Malaquias mesmo foi claro em seu discurso baseado no que ele mesmo disse: “a aliança de Levi”. Malaquias 2:8. Malaquias escreveu para defender a “lei de Moisés” a Velha Aliança e não a Nova Aliança. Malaquias 4:4.

15. Mas depois que JESUS morreu na cruz “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças,” “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. Efésios 2:15, Colossenses 2:14.

16. Desta forma não há um verso no Novo Testamento em que algum cristão praticou a lei de Moisés quanto aos dízimos. Por isso nenhum profeta do Novo Testamento repreende a igreja de CRISTO que não praticava essa lei de dízimos que era uma lei provisória de Moisés.

17. E se alguém está pensando que tem que sustentar algum pastor com 10% de seu salário, onde está esse mandamento no Novo Testamento? Nunca a igreja de CRISTO ou qualquer cristão recebeu dízimos no Novo Testamento. Esse mandamento foi promulgado pelo homem e não por JESUS CRISTO.

18. A final de contas, quem inventou esse dízimo de dinheiro? No sexto século depois da morte de JESUS, a igreja católica romana do Papa inventou um dízimo de dinheiro[1]. No início era algo voluntário para sustentar o novo governo que se estabeleceu na Terra. Esse novo governo usou o nome de igreja.
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9. Anos depois da invenção desse negócio, o dízimo de dinheiro já não era suficiente como uma doação voluntária para a igreja. Assim foi que no ano de 785 depois de CRISTO, o rei Carlos Magno, zeloso católico, criou esse dízimo[2] praticado pelas igrejas até aos dias de hoje.

20. Pervertendo as Escrituras os líderes religiosos da idade das trevas, auxiliados pelos reis, criaram um sistema financeiro e deram a ele o nome de dízimo. Falsificaram a religião de JESUS CRISTO e a idade das trevas ainda não acabou para a maioria dos cristãos. Que não haja orgulho nessa questão, mas que humildemente haja reconhecimento do erro.

21. A Igreja Católica, inventora do dízimo de dinheiro e do governo religioso, considerada por evangélicos como a Babilônia e o Papa como a Besta, reconheceram a falácia da criação infundada de um dízimo de dinheiro e o Papa Bento XVI extinguiu o termo "dízimos" do quinto Mandamento da Igreja. Promulgado em 28 de junho de 2005 e republicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

22. Quero todo meu dinheiro de volta, pois fui iludido nesse negócio. Fizeram-me pensar que estava dando dinheiro para DEUS, mas na verdade para um empresa religiosa, para um governo de homens. Será que vão devolver o meu dinheiro para que eu possa entregar finalmente para DEUS? E os meus quinze anos de serviço fiel a essa instituição? Quem pode me devolver? E os danos morais que me causaram por todo constrangimento que passei de ser excomungado, sem contar os dolos extraoficiais frutos das más línguas, as afrontas e injúrias?!
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3. Graças a DEUS que apesar de toda injustiça praticada em nome dEle, Ele foi maior em minha vida e hoje olhando para Ele sem os óculos da religião criada pelos homens, posso afirmar que Ele é justo com Seus filhos e que no Reino dEle não há exploração e desigualdade.

24. Te amo mais JESUS, mais que nunca. Celebro tua bondade e justiça, Rei Eterno. Somente Tu És o meu Pastor e nada me falta. Louvado sejas ó ETERNO, pois agora Vós passastes a reinar! Na minha vida foi deixado com César o que era dele, o governo deste mundo; e foi dado a Ti o governo de minha fé. Aconteceu a separação dos poderes. Aos homens os governos do mundo e a JESUS o governo da fé, o Reino dos Céus. Virás buscar o Teu rebanho e não o rebanho dos outros pastores, pois os que se apropriam de ovelhas alheias são ladrões e salteadores.

25. Quem dera entendessem o que dissestes quando desafiado pelos líderes religiosos “Dai a César o que é de César e a DEUS o que é de DEUS.” Mateus 22:21. A cara de César ainda está no dinheiro, mas a Tua JESUS está no rosto dos homens, dos fiéis, dos pequeninos, dos esquecidos. Que os líderes religiosos deixem o poder e o domínio com os governantes desse mundo e se querem governar e exercer domínio aproveitem a democracia e reconheçam que todo governo nesse mundo é de César, mas o governo religioso pertence somente a DEUS.

26. Quando os apóstolos pensaram em um governo religioso liderado por CRISTO e partilhado com eles, “JESUS, chamando-os para junto de Si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” Marcos 10:42-45.

27. Enquanto os fariseus exerciam governo religioso sobre as pessoas, elas não puderam receber o único e verdadeiro Pastor nem entrar no Reino de DEUS e eles mesmos enquanto exercem administração religiosa não dão a DEUS o que é de DEUS. Aprisionam as pessoas a si mesmos, a sua forma de fé. A vida dos homens que confiam em sua liderança religiosa é transformada em base da pirâmide de seu governo religioso.

28. Quando JESUS falava Reino dos Céus, é porque ele é dos Céus mesmo e não da Terra. Continuo orando “venha o Teu Reino” porque o Reino dEle está vindo, mas enquanto ele não vem é um Reino espiritual. “Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de DEUS, Jesus lhes respondeu: Não vem o Reino de DEUS com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de DEUS está dentro de vós.” Lucas 17:20-21.

29. Quem rejeita qualquer governo religioso e faz de JESUS seu único pastor, vivendo Suas práticas de caridade, está vivendo a religião de DEUS. O que passa disso é religião de homens.